“Esta ajuda é mais que boa!”, dizia esta manhã António Baú com ar aliviado e imensamente agradecido, um dos contemplados com a ajuda alimentar entregue pela Caritas Diocesana do Algarve às 26 famílias de pescadores residentes na Ilha de Faro que se encontram numa situação difícil agravada pelo mau tempo que se tem vindo a verificar há semanas um pouco por todo o país e que, também no Algarve, tem impedido os homens do mar de saírem para a faina.













A Diocese do Algarve promoveu no passado sábado a segunda parte da formação para leigos (entenda-se não clérigos), propostos pelas paróquias algarvias para presidirem às celebrações fúnebres, na ausência de um ministro ordenado (bispo, padre ou diácono). A iniciativa, que continuou no Centro Pastoral e Social de Ferragudo, centrou-se desta vez na certeza cristã de que a vida não acaba na morte, mas apenas se transforma.
Foi no último sábado, dia 27 de Fevereiro, que na sua igreja matriz, pelas 21h, a paróquia de Albufeira celebrou de uma forma especial o presente Ano Sacerdotal que a Igreja vive até Junho deste ano.
Com a Semana Caritas outra vez à porta, sendo que se realiza de 1 a 7 de Março, a Caritas Diocesana do Algarve vem apelar uma vez mais à generosidade dos algarvios, recordando as duas recentes calamidades que se abateram, primeiro sobre o Haiti e, depois, sobre a Madeira, mas não esquecendo os portugueses que se deparam com grandes dificuldades para conseguirem sobreviver.
O pároco de Silves garante que têm aumentado os pedidos de auxílio à sua paróquia por parte das famílias que trabalham na Alicoop. Confrontado pela FOLHA DO DOMINGO em relação ao contexto que se vive na sociedade cooperativa, o padre Carlos de Aquino explicou que a ajuda tem estado a ser prestada através da Sociedade de São Vicente de Paulo e dos bens alimentares disponibilizados pelo Banco Alimentar contra a Fome.